Letícia Aquino @leticiaaquino_

Administradora, consultora de empresas, palestrante, mediadora do PEI. Amante da arte com suas variadas formas, cores e movimentos.
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Por: Letícia Aquino

Como a Inteligência Social pode Garantir o Sucesso Pessoal e Profissional.

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Palestra teatral em Varginha/MG dia 28/05.

EQUIPES COLABORATIVAS CONDUZEM A EMPRESA AO SUCESSO. 

Os grandes espíritos sempre tiveram que lutar contra a oposição feroz de mentes medíocres. (Einstein)


Por: Aninha, fada peregrina

“A essência da decisão pioneira é: aqueles que escolheram mudar seu paradigma logo no início, o fazem não pela cabeça, mas pelo coração.“

(Joel Baker)

                                 

No desafio de causar “mudanças na consciência pelo poder da vontade”, o emprego correto da faculdade de imaginação é de suprema  importância, pois, como foi dito pelo filósofo  Spinoza : “O grande obstáculo ao comportamento inteligente é  a vividez superior de situações presentes quando comparadas com as memórias projetadas que chamamos imaginação.

Assim como a mente concebe uma coisa segundo os ditames da razão, ela será igualmente afetada se a ideia for de qualquer coisa presente, passada ou futura.

Por meio da imaginação e da razão transformamos dotes de nosso futuro e deixamos de ser escravos de nosso passado.”

A imaginação pode ser conceituada com o poder da mente em formar imagens mentais. Partindo deste conceito, veremos que as atribuições consagradas por uso, pelo chamado “homem prático”, são  muito mais amplas do que se pensa, pois qualquer coisa a ser ser construída no nível prático precisa ser construída antes como uma imagem em nossa mente.

Esta construção da visão de futuro e da comunidade da visão, para citar Joel Baker, tão procuradas hoje pelos profissionais de Recursos Humanos é um conceito que remonta à Grécia antiga, mais exatamente a Platão com sua crença de que tudo o que nos habituamos a chamar de realidade é uma sombra da verdadeira imagem arquetípica que contemplamos no mundo Ideal, o mundo das Ideias.  Conceito este, hoje, “revelado ” pela física quântica.  Cada vez mais tomamos consciência do alerta de Neil Postman: “A linguagem faz muito  mais do que construir conceitos sobre eventos e coisas do mundo. Ela nos diz que espécie de conceitos devemos construir.”

A moderna administração de RH estimula a criação da imagem mental, pois sabe que o esforço imaginativo, mesmo que não resulte em ganhos imediatos, é um poderoso instrumento para abrir canais por onde as realizações duradouras, comprometimento com a missão da empresa, motivação, estabelecimento de metas  possam ocorrer .

A mente subconsciente é mais velha, em termos de desenvolvimento evolutivo, do que  a mente consciente e retém um traço de  seu passado imemorial que se processa por imagens e não por palavras. Cada um dos cinco sentidos físicos envia para o cérebro uma série de imagens visuais, tácteis, auditivas, olfativas, gustativas, e essas imagens são relacionadas na mente subconsciente com as emoções correspondentes. Se, entretanto, alguém introduz imagens cuidadosamente selecionadas na mente subconsciente, pode, então, evocar uma emoção ou atitude correspondente; exatamente aquela que se deseja. Este procedimento é chamado de ancoragem.

Uma vez que as emoções são os aspectos subjetivos da energia instintiva que jorra dos níveis mais profundos da mente, fica claro que, pelo uso correto de tal evocação consciente, o potencial ou pressão da vida na personalidade pode ser imensamente intensificado . Com o uso da PNL, as imagens que saltam da mente, procedente dos vários sentidos, são usadas como “sugestões“ para a mente consciente, a qual, devido à  condição particularmente sensitiva, foi induzida a seguir a linha sobre a qual está se concentrando. Antes, contudo, que estas imagens possam produzir os seus efeitos, a mente tem que ser condicionada à imagem. Consciente e persistentemente, a imagem tem que ser preservada na mente e associada à emoção ou à atitude mental desejadas, até que, com a imagem mantida, automaticamente a emoção ou atitude mental jorre do nível do subconsciente para o consciente oportunizando, através da mudança de consciência, a mudança de comportamento.         

O limiar da consciência, o bloqueio da mente vígil, deve ser diminuído, para que o nível subconsciente possa emergir dentro da consciência e se tornar disponível para o poder sugestivo da idéia escolhida. As alterações de consciência alcançadas dependerão dos símbolos usados e, também, da quantidade de associações conscientes de idéias que forem trabalhadas.

É importante ressaltar que ao trabalharmos com associação de idéias que estas dependem do vínculo mental entre os vários detalhes e a idéia central e que este vínculo pode ser criado voluntária ou involuntariamente.

No primeiro caso, isso é feito associando-se as idéias de forma consciente e deliberada e, no segundo caso, a associação é imediata  e subconsciente. As associações involuntárias frequentemente parecem ser muito mais poderosas do  que as criadas deliberadamente, pois representam as operações diretas da mente subconsciente. Mas os vínculos de associações deliberadas podem ser igualmente poderosos se forem corretamente construídos e é este treinamento da imaginação pictórica que é a base da PNL. Por intermédio desse treinamento deliberado torna-se possível ligar certas imagens pictóricas ou sensoriais com as suas emoções ou atitudes mentais correspondentes, e a associação dirigida faz com que a resposta emocional ou comportamental apropriada surja sempre que as imagens sensoriais são recebidas.

A compreensão deste processo nos auxilia na criação de uma estrutura, um processo, uma disciplina que torne as pessoas capazes de duplicarem a excelência onde quer que a encontrem. Enfim, prepara modeladores, capazes não só de aprender padrões de sucesso, mas também de ultrapassá-los, criando os próprios modelos, tornando a vida mais agradável e menos sujeita ao acaso.

O Mito da Caverna Platão

                         

Imaginemos uma caverna subterrânea onde, desde a infância, geração após geração, seres humanos estão aprisionados. Suas pernas e seus pescoços estão algemados de tal modo que são forçados a permanecer sempre no mesmo lugar e a olhar apenas para a frente, não podendo girar a cabeça nem para trás nem para os lados. A entrada da caverna permite que alguma luz exterior ali penetre, de modo que se possa, na semi-obscuridade, enxergar o que se passa no interior.

A luz que ali entra provém de uma imensa e alta fogueira externa. Entre ela e os prisioneiros - no exterior, portanto - há um caminho ascendente ao longo do qual foi erguida uma mureta, como se fosse a parte fronteira de um palco de marionetes. Ao longo dessa mureta-palco, homens transportam estatuetas de todo tipo, com figuras de seres humanos, animais e todas as coisas.

Por causa da luz da fogueira e da posição ocupada por ela, os prisioneiros enxergam na parede do fundo da caverna as sombras das estatuetas transportadas, mas sem poderem ver as próprias estatuetas, nem os homens que as transportam.

Como jamais viram outra coisa, os prisioneiros imaginam que as sombras vistas são as próprias coisas. Ou seja, não podem saber que são sombras, nem podem saber que são imagens (estatuetas de coisas), nem que há outros seres humanos reais fora da caverna. Também não podem saber que enxergam porque há a fogueira e a luz no exterior e imaginam que toda a luminosidade possível é a que reina na caverna.

Que aconteceria, indaga Platão, se alguém libertasse os prisioneiros? Que faria um prisioneiro libertado? Em primeiro lugar, olharia toda a caverna, veria os outros seres humanos, a mureta, as estatuetas e a fogueira. Embora dolorido pelos anos de imobilidade, começaria a caminhar, dirigindo-se à entrada da caverna e, deparando com o caminho ascendente, nele adentraria.

Num primeiro momento, ficaria completamente cego, pois a fogueira na verdade é a luz do sol, e ele ficaria inteiramente ofuscado por ela. Depois, acostumando-se com a claridade, veria os homens que transportam as estatuetas e, prosseguindo no caminho, enxergaria as próprias coisas, descobrindo que, durante toda sua vida, não vira senão sombras de imagens (as sombras das estatuetas projetadas no fundo da caverna) e que somente agora está contemplando a própria realidade. 
Libertado e conhecedor do mundo, o priosioneiro regressaria à caverna, ficaria desnorteado pela escuridão, contaria aos outros o que viu e tentaria libertá-los.

Que lhe aconteceria nesse retorno? Os demais prisioneiros zombariam dele, não acreditariam em suas palavras e, se não conseguissem silenciá-lo com suas caçoadas, tentariam fazê-lo espancando-o e, se mesmo assim, ele teimasse em afirmar o que viu e os convidasse a sair da caverna, certamente acabariam por matá-lo.

Extraído do livro “Convite à Filosofia” de Marilena Chaui.

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